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    May 08

    O por que das coisas

    Por que apenas 7% dos brasileiros possuem mais que os outros 93% ??

    Deixando um pouco de lado as questões políticas e sociais, vamos pensar na parcela humana dessa questão, na capacidade que cada um de nós tem em fazer algo diferente da maioria e provocar mudanças.

    Em vendas diretas um fato chama a atenção, veja que 80% das vendas são realizadas após o terceiro contato. Mas, 80% dos vendedores desistem após o segundo contato. Portanto, 20% dos vendedores conseguem 80% das vendas.

    Perceba que nesse exemplo, a única coisa determinante é a persistência, é à força de vontade de cada um dos vendedores que iniciaram o trabalho. Também nesse caso a maioria tende a seguir o que a maioria das pessoas normais fazem, ou seja, desistir, pois não conseguem visualizar o que está por vir.

    São poucos aqueles que realmente acreditam em seu potencial e são capazes de permanecer até que estejam realmente prontos para colher os frutos daquele trabalho. De modo geral, 20% dos vendedores ganham mais que os outros 80% juntos, essa minoria decide fazer algo diferentes da maioria e por isso os resultados são outros.

    Pare e pense um pouco, onde você está agora? Fazendo o que a maioria faz e obtendo sempre os mesmos resultados ou você faz parte da minoria que decide assumir os riscos e fazer algo de novo acontecer?
    May 03

    Sucesso, uma responsabilidade individual

    por Angelo Epifanio

    sucessoindividual 
    Nem todas as pessoas estão preparadas para assumir a responsabilidade pelo sucesso ou fracasso em suas vidas. Na verdade, a maioria delas prefere culpar fatores externos pelas condições atuais em que se encontram.

    Você já deve ter ouvido frases como: “Eu não tive oportunidade” , “Se meus pais tivessem me ajudado” e muitas outras. Pior que isso, são muitos ditos populares que estimulam as pessoas a continuarem sem tomar qualquer ação diferente em suas vidas, aguardando que alguma coisa nova aconteça, por exemplo: “Mais vale um pássaro na mão que dois voando” , “Melhor pingar do que secar” e “Dinheiro não traz felicidade”.

    Certamente, dinheiro não é tudo em nossas vidas, mas é incoerente alguém dizer que o dinheiro é uma coisa “ruim”, ao mesmo passo em que perde horas e horas do seu dia desenvolvendo um trabalho qualquer com a finalidade de consegui-lo para se manter. Pessoas que não fazem as “pazes” com o dinheiro vivem no limite da sobrevivência e sempre encontram desculpas para justificarem sua situação.

    Você já percebeu como é fácil justificar o fracasso? Pois é, se você desistir hoje de conseguir algo de bom em sua vida, hoje mesmo conseguirá explicar isso com grande facilidade a quem quer que te pergunte, e o mais incrível é a facilidade com que as pessoas tem em acreditar nos motivos que te levaram ao fracasso. Tentar explicar o sucesso continua sendo uma tarefa bem mais difícil. As pessoas costumam duvidar da capacidade dos outros como reflexo das suas próprias franquezas.

    A grande diferença entre pessoas bem-sucedidas e as mal-sucedidas está justamente nesse ponto. As pessoas bem-sucedidas ou prósperas não se deixam levar pela massa. São pessoas diferentes, que carregam em si um grande censo de liderança e poder pessoal. São pessoas que conseguem influenciar o ambiente em que estão e não se deixam dominar por forças negativas. Estão sempre bem humoradas e afirmam, com atos e palavras, que sua vida é muito boa, mesmo enfrentando dificuldades. Sabem que elas são passageiras e conseguem manter a visão em seus objetivos.

    Objetivo é outra coisa que não pode faltar em sua vida. Ele é mais que sonho, é real. É ele que te motiva a persistir e enfrentar os desafios. Sonhe e transforme seus sonhos em objetivos. Muitas pessoas não conseguem ver que sem objetivos não podemos fazer nada na vida.

    Imagine sair de casa pela manha e pegar o primeiro ônibus que passar pela sua frente, descer em qualquer lugar, seguir para qualquer rua, sem saber aonde está indo. Me diga, onde você irá chegar?

    Se você quer ter sucesso em sua vida, seja no Marketing de Rede, o que nos deixaria muito feliz, ou em qualquer outro negócio, antes precisa parar um pouco e estabelecer seus objetivos. Traçar metas a curto, médio e longo prazo, vibrar a cada nova conquista, se preparar...

    Torne-se um especialista no que faz. Seja o melhor que puder, trabalhe pelo prazer em algo que goste muito e o dinheiro será uma conseqüência inevitável, pois ele vem do reconhecimento sobre o seu trabalho e dedicação.

    Através de você, pessoas se sentirão motivadas e fortes a enfrentar novos desafios, isso te dará poder pessoal e muitas pessoas reconhecerão sua liderança.

    Depois disso, a escolha é sua. Ninguém fará a sua parte e ela é a mais difícil. Sua parte é assumir a responsabilidade pelo seu sucesso.
    May 02

    A varanda


    por Angelo Epifanio

     


    Haverá um dia em que você terá que se sentar na “varanda”, e olhar para tudo que viveu até ali. Passará um filme em sua mente sobre as oportunidades que a vida lhe apresentou e sobre a sua postura diante delas.

    Nesse momento, muitos pensamentos poderão lhe ocorrer, o tempo terá tratado seu cabelo e a experiência lhe dará nova visão de tudo que se passou. Não haverá mais tempo para desculpas ou chance de recomeçar, será hora do balanço.

    Um momento íntimo de verdade absoluta. Não haverá mais medo ou incertezas sobre o futuro, pois você estará nele. Agora você irá olhar para o caminho que o trouxe.

    Orgulho, vergonha, alegria, dor, saúde, doença, sucesso, fracasso, dinheiro, miséria. Esses são sentimentos que poderão passar por sua mente nesse momento, com sentidos diferentes.

    Antes o fracasso lhe dava a chance de refletir e avançar com novas experiências, nesse momento será um resultado definitivo. Assim como o sucesso poderá estar selando todo um caminho, o amargo da dúvida poderá estar em seu rosto.

    Quais serão suas palavras nessa hora ?

    Eu fiz, fui bem sucedido e estou aqui por mérito.
    Eu tentei, e embora os resultados não tenham saído como planejado, estou satisfeito.
    Eu poderia ter feito e talvez isso fosse diferente.

    Por mais que seja difícil não ver todos os resultados esperados por seus esforços, sentado nessa “varanda”, a dor da dúvida será maior.

    Maior que seu medo de tentar hoje;
    Maior que a dificuldade de recomeçar depois de uma derrota;
    Maior que as críticas de seus parentes e amigos;
    Maior que a vontade de contar essa trajetória para seus netos.

    Quando estiver diante de um desafio, de algo que considere difícil, pense na “varanda”, lá será impossível.
     


    Roubando palavras: Direitos humanos

    Roubar palavras é a prática de corromper conceitos válidos, usando as palavras para confundir em vez de esclarecer. Quando uma palavra é usada para descrever algo que contradiz o conceito que aquela palavra representa, não só o diálogo se torna impossível como também o próprio pensamento racional.

    Na sociedade há dois meios possíveis de interação: a razão e a força. Substituir a razão por mistificação só interessa a quem pretende impor a força. As esquerdas e os populistas usam palavras para provocar emoções, não para transmitir idéias. Isto lhes é necessário, pois a política que defendem é a imposição da força sobre o indivíduo. Ninguém aceitaria isto se entendesse o que está em jogo.

    Roubar palavras é artifício constante no discurso esquerdista e populista, e deixa o adversário despreparado sem reação. Quem defende a liberdade precisa conhecer os artifícios de quem a pretende destruir.

    O roubo da palavra Direito
    O conceito de direitos é um conceito abstrato. Isto não significa que é um conceito vago ou que pode ter vários significados diferentes ao mesmo tempo. Significa que é um conceito que requer o desenvolvimento de uma longa cadeia de conceitos precedentes para ser corretamente compreendido. Conceitos abstratos são mais susceptíveis ao roubo de palavras.

    Direito é um conceito político. Isto significa que é um conceito que se refere a como as pessoas interagem. Compreender o que significa “direito” requer entender a teoria política, o que por sua vez requer saber o que são e porque existem os direitos individuais.

    Este texto não pretende desenvolver estes conceitos. Os artigos da série sobre
    direitos individuais apresentam este desenvolvimento. Aqui é suficiente observar que entender o que significa “direito” requer compreender vários outros conceitos abstratos e sua relação.

    Há três direitos fundamentais que todo indivíduo possui, em virtude de sua natureza. Por ser um indivíduo dotado de razão, todo ser humano tem direito à vida, propriedade e liberdade.

    Estes direitos não são garantias, são liberdades:

    O direito à vida não é uma garantia de que a pessoa terá suas necessidades saciadas, apenas que estará livre da agressão de outros contra sua vida;

    O direito à propriedade não é uma garantia de que a pessoa terá riquezas, apenas que estará livre da ameaça de que outros venham a tomá-la contra sua vontade;

    O direito à liberdade não é uma garantia de que a pessoa poderá fazer o que quiser, apenas de que outros não a obrigarão a fazer nada.

    O ponto fundamental sobre os direitos individuais é que por serem conseqüência da natureza humana todos os possuem igualmente – e como conseqüência os direitos de duas pessoas nunca estão em conflito.

    Esta ausência de conflito entre os direitos das pessoas é decorrência do fato de que o direito de uma pessoa não impõe uma ação a outros – apenas requer que os outros não ajam de forma a agredi-lo:

    O direito à vida de um não obriga o outro a alimentar, vestir ou abrigá-lo – apenas o proíbe de matá-lo;

    O direito à propriedade de um não obriga o outro a lhe dar propriedade – apenas o proíbe de tirar dele o que ele já tem;

    O direito à liberdade de um não obriga o outro a lhe ajudar – apenas o proíbe de ameaçá-lo fisicamente.

    É evidente que as pessoas podem não matar, não roubar e não se ameaçar mutuamente sem nenhum conflito entre seus direitos.

    O conceito de “direito” é roubado quando se usa esta palavra para representar seu oposto. Isto é feito através de anti-conceitos freqüentemente agrupados sob o título “direitos humanos”.

    Este roubo se dá através da invenção de “direitos” positivos, ou seja, direitos que garantem algum bem ou serviço e não apenas a ausência de agressão. Alguns exemplos comuns são o “direito à educação”, o “direito à saúde”, o “direito à alimentação” entre tantos outros.

    Um “direito à educação” não é uma liberdade, não se trata de algo inerente à natureza humana. Deixado completamente livre da interferência alheia o indivíduo não ganha educação automaticamente. Educação é resultado do trabalho – do próprio indivíduo que aprende e de alguém que o ensina.

    O “direito à educação” de um, portanto, impõe a alguém o trabalho de educá-lo. Ao contrário dos verdadeiros direitos, este alguém terá de agir para respeitar o “direito” do próximo – não basta não agredi-lo.

    Um “direito à saúde” é um caso análogo. Deixado completamente livre da interferência alheia o indivíduo não fica saudável automaticamente. Alguém precisa curá-lo das doenças que vier a ter. Saúde é resultado do trabalho de alguém.

    O “direito à saúde” de um, portanto, impõe a alguém o trabalho de curá-lo quando adoece. Ao contrário dos verdadeiros direitos, este alguém terá de trabalhar para respeitar o “direito” do próximo – não basta não agredi-lo.

    Vale observar que o direito à vida, este sim legítimo, proíbe um indivíduo de agredir a saúde de outro (envenenando-o, por exemplo). Mas não o obriga a curá-lo quando ele adoecer naturalmente ou como resultado de suas próprias ações.

    Fica claro que estes “direitos” são o oposto dos legítimos. Enquanto os direitos legítimos permitem que cada um faça o que quiser, desde que não mate, roube ou ameace ninguém, estes “direitos” obrigam umas pessoas a servirem outras.

    O conflito é evidente nos exemplos dados entre o direito à propriedade e o direito à liberdade e os falsos “direito à educação” e “direito à saúde”. Educação e saúde são resultados do trabalho de alguém, têm um custo. Ou se obriga alguém a pagar pela educação e saúde de quem não pode arcar com este custo, ou se obriga o educador e o profissional da saúde a servir de graça. No primeiro caso se viola o direito de propriedade, no segundo o direito à liberdade.

    Em todo o mundo se faz ambas as coisas. O roubo da palavra “direito” foi tão eficaz que os falsos direitos são universalmente aceitos – e poucos se constrangem com o fato de que para garantir estas benesses os governos roubam e escravizam cidadãos inocentes através de impostos e regulamentação, violando assim seus verdadeiros direitos de seres humanos.

    Fonte: www.ocapitalista.com

    September 30

    Você escolhe ser pobre

    Você escolhe ser pobre
    por Angelo Epifanio
     

    Diante desse título, muitos podem dizer que já nasceram nessa condição, que nasceram pobres de pai e mãe e isso pode até ser verdade, mas também significa que eles fizeram essa escolha, vou explicar melhor.

    Ser pobre ou rico é uma questão de escolha e é preciso que tomemos essa decisão várias vezes ao longo de nossa vida. Muitos fazem a escolha inconscientemente e por comodismo, pois sempre que fazemos escolhas isso implica em assumir riscos e precisa muito esforço.

    Então você pode dizer, “Ah, mas eu não escolhi ser pobre!”, talvez não conscientemente, mas se você também não escolheu ser rico, não assumiu os compromissos e os riscos para se chegar a uma condição mais favorável, sua escolha foi ser pobre, pois essa é a única condição que não exige esforço, determinação e objetivos definidos.

    Embora muitos digam o contrário, ser pobre é a coisa mais fácil que existe. Você não precisa estudar para ser pobre, não precisa ter nenhuma habilidade especial, não precisa entender e nem muito menos se preocupar com tendências de mercado, estatísticas de venda, inadimplência, alta de juros, nada disso.
    Para ser pobre, você só precisa de CPF e RG, isso por que sem eles, você não seria pobre, seria indigente. Outras coisas úteis para pobre é, pelo menos, parecer que é inteligente, honesto e trabalhador nas entrevistas de emprego.

    Comum a muitos pobres, é o pobrismo, que nada mais é que o culto a pobreza e suas desgraças, como forma de justificar a própria existência e direito a vida.

    Quando digo culto a pobreza, é realmente isso que quero dizer, muitos que se classificam como pobres, fazem de tudo para provar a todos a sua condição miserável, fazem questão de demonstrar o quanto são frágeis e pequenos diante da vida e parecem estar sempre prontos a receber alguma migalha.
    Falam o tempo todo em problemas, na falta de dinheiro, nas condições ruins de trabalho e moradia, na falta de atendimento médico descente no SUS, no desemprego e nada fazem de real para que isso mude, nem mesmo sabem o que querem.

    É comum encontrar pobre querendo mudar de vida, mas o mais comum é ver o quanto eles acreditam em milagres, pois de alguma forma é isso que esperam, pois não fazem nada de diferente e desejam que os resultados sejam outros, desejam ganhar mais, fazendo as mesmas coisas, vibram com a previsão de aumento para o salário mínimo e choram quando o aumento vem.

    Fazem parte de uma massa de manobra que o governo faz questão de preservar, faz questão de manter exatamente como está. No Brasil nunca se viu tanto pobrismo, dá se um quilo de feijão e arroz para o pobre e ele acha que encontrou uma nova esperança de vida ou pelo menos de receber mais um quilo de alimento no mês seguinte. Talvez você não precise e nunca tenha recebido esse tipo de “beneficio”, mas talvez, você não esteja muito longe disso também quando sai por ai com uma pastinha debaixo do braço mendigando um emprego.

    Você pode continuar dizendo que não sabe de nada, que não viu nada ou pode dar um passo para mudar o rumo da sua história. Viver como a maioria é fácil, fácil demais, basta simplesmente “empurrar com a barriga”, “deixar a vida te levar”, mas se você realmente quer fazer diferença, precisa assumir as responsabilidades e os riscos decorrentes para se chegar a uma nova condição de vida.

    Vemos todos os dias na TV reportagens sobre o fim do emprego, sobre os baixos salários, a substituição dos homens pelas máquinas e mesmo assim, se tudo que você consegue pensar é em como melhorar a apresentação de seu currículo, isso é pobrismo.

    Veja bem, estar em uma situação financeiramente desfavorável, é bem diferente de ser “pobrista”, de cultuar a pobreza, de se declarar POBRE. Tanta coisa na vida muda, tantas situações são passageiras, por que apenas sua má situação financeira é algo tão definido?

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